Aquele
que eu adoro, é feito.
De
lírio e de rosas purpurinas
Tem
as formas desenhadas tão divinas
Trazendo
a minha vida tanta luz.
Que
horas, mostra, hora esconde o meu destino.
Qual
o nome que dou a essa visão?
A
mim mesma pergunto e não atino
Loucura,
sonho incansável do desejo.
Ideal
que nasceu na solidão
È
como uma miragem a que vejo
E
um sonho talvez-lindo sonho
Que
paz tão serena ele me traz
Tão lúcido, tão perfeito,
tão bonito.